Lamentamos informar que este fim-de-semana, devido a problemas técnicos, a Casa-Museu está fechada ao público.

Obrigado.

cartaz debate final

Realiza-se no próximo dia 28 de outubro, pelas 16.00h, na Casa-Museu Passos Canavarro, no Largo da Alcáçova, 1, Santarém, o Colóquio Identidade e Participação Cívica, realizado em parceria entre a Associação de Estudo e Defesa do Património Histórico Cultural de Santarém e a Fundação Passos Canavarro, e com a presença do Padre Anselmo Borges e do Dr. Guilherme de Oliveira Martins, que abordarão respetivamente os temas Identidades em Peregrinação e Rotas da Democracia. A entrada terá o preço de 5 € e os lugares disponíveis são limitados. A inscrição deverá ser realizada pelo telefone 243325708.

Programa do colóquio

16.00h – Apresentação e início do programa.

16.15h - Identidades em Peregrinação

17.00h – Coffee-break

17.15h –Rotas da Democracia

18. 00h – Debate

19.00h - Encerramento

Recital de piano, canto e leitura por Ana Maria Pinto (soprano), Job Tomé (barítono), Joana Resende (piano) e Daniel Macedo Pinto (leitura de textos), a decorrer na Casa-Museu Passos Canavarro.

A primeira parte deste recital será dedicada ao ciclo de canções Liederkreis op. 39 de Robert Schumann sob a poesia de Joseph Von Eichendorff.

A segunda parte ao lirismo de Almeida Garrett, presente em "Folhas Caídas", à luz dos poetas Friedrich Hebbel, Emanuel Geibel, Justinus Kerner e Robert Burns e leitura de excertos da obra incontornável do Romantismo português.

Foi no mês de julho de 1843 que Passos Manuel recebeu, na sua casa de Santarém João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett, onde se inspirou para a criação da obra marcante do Romantismo português, "Viagens na Minha Terra".

O evento conta com o apoio do Santarém Hotel.

26 Jullho - 21h30 horas

Casa-Museu Passos Canavarro
Largo da Alcáçova, 1, 2000-110 Santarém
Preço 7.50€
reservas: / 243325708
Copy of folhascaídas2

Terminou a primeira edição do Festival de Piano da Alcáçova de Santarém. Foram três dias em que o piano se fez soar na Casa-Museu Passos Canavarro. O passado, o presente e, sobretudo, o futuro encheram o espaço de excelente música e brilhantes actuações.
A estreia do festival esteve a cargo da reconhecida pianista portuense Manuela Gouveia que executou obras de Frédéric Chopin  e Robert Schumann.
O segundo dia foi dedicado a uma masterclass de piano para alunos do Conservatório de Música de Santarém e da Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, de Linda-a-Velha que trabalharam sob a orientação pedagógica de Manuela Gouveia.
O último dia contou com uma conferência pelo musicólogo  Rui Vieira Nery e um recital de piano pela jovem e brilhante pianista Taíssa Poliakova Cunha que executou obras de Sergei Rachmaninoff, Claude Debussy, Franz Liszt e Modest Mussorgsky.

Para o ano há mais...

0001 final

A Casa-Museu Passos Canavarro saúda a adesão das casas-museu Guerra Junqueiro, Casa Museu Marta Ortigão Sampaio e a Casa Oficina António Carneiro à Associação Portuguesa de Casas-museu que aderiram oficialmente ontem, 22 de Abril, no 2.º Encontro Nacional de Casas-Museu, que decorreu em São Mamede da Infesta, na Casa-Museu Abel Salazar.

O 2.º Encontro da Associação Portuguesa de Casas-Museu tem lugar no dia 22 de abril em S. Mamede de Infesta, num evento onde se destaca o alargamento a três novos elementos pertencentes à cidade do Porto, e o debate sobre a programação cultural nestes espaços museológicos.

A APCM – Associação Portuguesa de Casas-Museu realiza o seu 2.º Encontro no dia 22 de abril, na Casa Museu Abel Salazar, em S. Mamede de Infesta. Sob o tema “Programação Cultural em Casas-Museu”, a iniciativa é aberta ao público e vai juntar vários especialistas sobre esta temática, procurando partilhar experiências e apresentar estratégias de divulgação e animação nestes espaços museológicos. "Em louvor do mexerico. O poder da(s) narrativa(s) nas Casas-Museu", "Mediar pessoas na casa da Pessoa - Contributos para uma programação de proximidade" e “Gostos que dividem (e se gratificam) em utopias de receção imprevistas: projetos curatoriais em Casas Museu” são as palestras a que o público pode assistir, assim como uma visita guiada à Casa-Museu Abel Salazar.

Durante o 2.º Encontro, há que destacar a cerimónia de formalização da adesão à APCM das três casas-museu tuteladas pela Câmara Municipal do Porto: Casa-Museu Guerra Junqueiro, Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio e Casa-Oficina António Carneiro. Com estas integrações, passam a ser 12 as Casas Museu a integrarem a APCM: Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça, Casa-Museu Abel Salazar (S. Mamede de Infesta), Casa-Museu Bissaya Barreto (Coimbra), Casa-Museu Eça de Queirós (Santa Cruz do Douro), Casa-Museu Egas Moniz (Avanca), Casa-Museu Fernando Namora (Condeixa-a-Nova), Casa-Museu Guerra Junqueiro (Porto), Casa-Museu João de Deus (Lisboa), Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio (Porto), Casa-Museu Medeiros e Almeida (Lisboa), Casa-Museu Passos Canavarro (Santarém) e Casa-Oficina António Carneiro (Porto).
A APCM é uma associação sem fins lucrativos criada em 2012 com os objetivos de favorecer a cooperação entre as diversas Casas-Museu através da promoção do conhecimento mútuo, da troca de informações e da partilha de experiência adquirida, e reunir esforços para assegurar mais visibilidade e representação a nível nacional e internacional. A Casa Museu Bissaya Barreto, Coimbra, tutelada pela Fundação Bissaya Barreto, é também a Sede da Associação Portuguesa de Casas Museu-APCM.

23473194 1608716825856585 2538050416630337510 n

Diego Rivera, retratado pela pintora Mimi Fogt em 1957, será o artista sobre o qual o Doutor David Santos, Subdiretor-Geral da Direcção-Geral do Património Cultural e historiador da arte, se debruçará com uma palestra intitulada: "Diego Rivera: modernismo e revolução", a realizar no próximo dia 7 de Dezembro.

Seguir-se-á um jantar mexicano pelo chef Willy Bya.
25 euros: palestra e jantar
5 euros: só palestra
Inscrições limitadas ao espaço disponível.
Com o apoio da Câmara Municipal de Sant
arém.

WATANUKI: AGORA MESMO | Exposição Retrospectiva | Portugal | 2017

Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
De 20 de Julho a 31 de Agosto de 2017

Esta é uma exposição absolutamente surpreendente. Ninguém já se lembrava de Hirosuke Watanuki, o japonês! Quem é Watanuki,?  O diplomata que chegou a Lisboa em 1956 e pintou Portugal nos anos 50 e 60?
Nascido em Yokohama, no Japão, em 1926, deixa o Departamento de Ciências Políticas e parte para Portugal onde se dá o seu despertar artístico induzido pelas pessoas que encontrou e pelas nossas paisagens. Foram o Tejo, o Mondego, o Douro, e as suas cidades que encantaram Watanuki que fizeram descolar a sua arte.
Quando Almada Negreiros escreve, em 1963, sobre a exposição de Watanuki, no Palácio Foz, anuncia as palavras do Mestre: «nada desejo senão pela minha arte»”.  Abria-se a porta grande ao artista em Portugal. Cada exposição atraía mais gente e ecoava na Imprensa. Em 1966 a Fundação Gulbenkian mandou para Bagdha a sua pintura do porto de Lisboa em conjunto com obras dos jovens promissores do panorama artístico português. Mas no auge da sua carreira, o artista, vindo das velhas famílias de samurais do Japão, deixou-nos e com o passar do tempo foi sendo esquecido.
Só na Fundação Passos Canavarro, em Santarém, se mantinham expostas as obras seminais de Watanuki e em Matosinhos se expunham as 12 pinturas que Fernando Távora havia recomendado que se comprassem nos anos 60.
A amizade de 50 anos de Pedro Canavarro e Watanuki permitiu que  esta exposição AGORA MEMSO acontecesse ,“desenterrando” as obras (e que obras!!) que em 12 museus se encontravam e o artista foi desafiado a voltar para rever a obra que aqui deixou e produziu. E vem!!
O título da exposição "Agora Mesmo" transmite a ideia de um impulso que não admite demora, uma expressão portuguesa muito utilizada por Watanuki que continua a falar e a escrever em português. A mostra reúne mais de 60 trabalhos seus espalhados por museus e colecções particulares em Portugal.  Expor Watanuki é relembrar o fundir destas duas culturas que primeiro se encontraram em 1543, antes de todas as outras, é mostrar ao público a obra de um artista japonês de coração português que viveu, pintou e amou Portugal nos anos 1950/60.
Um segredo bem guardado que Agora Mesmo se revela.


“…sensível aos perfis, aos planos e às suaves gradações de claro-escuro, que sugere pelo simples traço a tinta da China, e pelas sumárias modelações a preto e gris.”, Luís Reis-Santos, 1959

Organização Conjunta
Fundação Inês de Castro (www.fundacaoinesdecastro.com) e
Fundação Passos Canavarro (www.fundacaopassoscanavarro.pt)

Projecto e Curadoria
Pedro Canavarro
Cristina Castel-Branco

Exposição patente até 31/08/2017
Sociedade de Belas Artes,
Rua Barata Salgueiro, 36
1250-044 LISBOA
Tel.213 138 510 | www.snba.pt

Horários:
dias úteis das 12:00 às 19:00
aos sábados das 14:00 às 20:00

Itinerância da Exposição:

Museu Nacional de Machado de Castro, Coimbra
De 9 de Setembro a 1 de Outubro de 2017

Museu da Quinta de Santiago, Matosinhos
De 14 de Outubro a 17 de Dezembro de  2017

Inauguração da Mostra e entrega de prémios do IV Concurso / Exposição de Desenho e Pintura intitulado "PILARES da ARTE JUVENIL", destinado a jovens talentos residentes no Distrito de Santarém e com idades compreendidas entre os 15 e 18 completos no decorrer de 2017.
Consulte aqui o Regulamento.
 
A exposição da obras ficará patente até ao dia 9 de Julho de 2017.
 
Cartaz Final IV Concurso Pilares da Arte Juvenil

Será o orgulho um pecado? Não sei se o é, no entanto estamos felizes pela referência que a Lonely Planet, provávelmente o guia turístico mais vendido no mundo, faz à Casa-Museu Passos Canavarro.

“A cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, é uma dimensão constitutiva da existência humana, como as mãos são um atributo do homem. “

José Ortega y Gasset; “O Livro das Missões “


Exma. Senhora Profª Fátima Marinho, Ilustre Vice-Reitora da Universidade do Porto,
Caros membros da APCM
Exmos. Convidados

No âmbito das actividades que a Associação Portuguesa de Casas-Museu procura levar a cabo, a realização de encontros / seminários foi uma aposta. É fundamental a partilha de experiências, como é também uma montra com o objectivo de mostrar às demais casas museus existentes da nossa importância, bem como na vantagem de uma futura adesão.
Hoje, na Casa-Museu Abel Salazar, continuamos a nossa demanda, indo ao encontro de uma temática, que me parece fundamental para este nicho, muito particular, da museologia.
No primeiro encontro, realizado, em Setembro transato, na Casa dos Patudos, em Alpiarça, focamos as nossas atenções na importância da comunicação: “Comunicar Património: as Casas-Museu”. Desta feita, em São Mamede da Infesta, optamos pela importância da programação cultural para as Casas-Museu. É fundamental para o equilíbrio financeiro das casas-museu, como é um excelente instrumento para a promoção das mesmas, assim como para se dar a conhecer a vida e obras dos seus patronos .
A cultura, escreveu Fernando Pessoa, “não é ler muito, nem saber muito; é conhecer muito.”

Estar pela primeira vez na Casa-Museu Abel Salazar representa um regresso ás raízes, já que daqui até à vila São Martinho de Guifões , também situada em Bouças - como era designado até 1909 o actual município de Matosinhos - distam aproximadamente 10 Km.
A referência não é inusitada. Foi nessa localidade, que, a 5 de Janeiro de 1805, nasceu Manuel da Silva Passos. Passos Manuel. O meu 4º avô. Acrescento ainda, que dentro de pouco mais de uma semana, a 1 de Maio, comemoramos os 175 anos da aquisição, por ele e a sua mulher, Gervásia de Sousa Falcão, na Alcáçova de Santarém, do espaço onde hoje se situa a Casa-Museu Passos Canavarro, e que Almeida Garrett1 imortalizou nas páginas das “Viagens na Minha Terra”: “Notável combinação do acaso! Que o ilustre e venerando chefe do partido progressista em Portugal, que o homem de mais sinceras convicções democráticas, e que mais sinceramente as combina com o respeito e adesão às formas monárquicas, esse homem, vindo do Minho, do berço da dinastia e da Nação, viesse fixar aqui a sua residência no alcáçar do nosso primeiro rei, conquistado pela sua espada num dos feitos mais insignes daquela era de prodígios!”.

Neste encontro optamos, como já o referir, por perspetivar a importância da programação cultural “das” e “nas” casas-museu. Esta dialética é importante. Por um lado, as casas podem ser “traduzidas” quase-exclusivamente numa espécie de santuário, onde se recorda, e das mais diversas formas, a vida e a obra do patrono, e por outro, serem “veículos de cultura”. Espaços que, e à margem da sua função “memorial”, são utilizados para a transmissão de conhecimento e de cultura, quero dizer: espaços que acompanham os tempos. E que, desta forma, são uma mais-valia, para sociedade e, muito particular, para a comunidade onde se inserem. Porque, se as casas-museu tiverem como função exclusiva, e limitada, de serem santuários, ou seja, serem o “espelho onde observamos o ausente2” o seu campo de acção seria bastante limitado.
O elemento “memória” é, de facto, o “Verbo”, a razão primeira de ser, das casas-museu. Porque, como escreveu Padre António Vieira, também estes espaços “museológicos de proximidade”, tem a função de “levar-nos aos ausentes, para que estejamos com eles, e trazê-los a nós, para que estejam connosco”. São “verdadeiros teatros da memória, permitem o encontro com alguém, realizar visitas à casa desse escritor, daquele pintor, do Homem que se admira pela sua actividade política, da personalidade que se distinguiu numa determinada época”.
Desconheço a razão da maioria das doações. Em muito casos advém do facto dos doadores não terem herdeiros. No entanto, existe nestas empreitadas elementos do mais profundo dos humanismos. Ou seja: não haverá, no intuito da doação e/ou criação destes espaços “uma clara necessidade da afirmação pública das suas memórias privadas numa procura da “democratização do privado”? Até porque, como escreveu filósofo “personalista” francês Jean Lacroix, “pode muito bem acontecer que tornar-se objecto para o outro seja uma condição da minha existência real.” Daí que estes espaços devam – pelo menos em teoria - referenciar vivências mais do que serem “depósito” de objectos. Acresce ainda que as casas são portos-seguros, e espaços de retorno. De facto, como escreveu George Moore, “um homem percorre o mundo inteiro em busca daquilo que precisa   e volta a casa para encontrá-lo!”

Se ao tempo das suas suas instituições a sobrevivência destes espaços memoriais não tenha dado “dores de cabeça” de maior aos “patronos”, na actual conjuntura a programação cultural é vital. É importante para a sua autonomia financeira, e, por outro lado, exprime a importância que a mesma tem para a sociedade. Nós, também, somos actores no grande palco da cultura nacional.  Com efeito, as casas-museu, como qualquer outro agente cultural, dependem e muito das conjunturas. A máxima de Gasset “eu sou eu e a minha circunstancia” é actual e representativa da situação que se vive neste meio, e em particular para as casas-museu de origem privada, para quem o cumprimento das regras da economia de mercado é vital. Quanto melhor for a oferta (a programação cultural) maior é a procura! Ou seja: há que ver a situação. Há que ter imaginação. Temos que conseguir vender memórias e/ou, levar a cabo eventos que, mesmo nada tenham a ver os objectivos iniciais da sua instituição, nos permitam sobreviver. Caso contrário o património será constantemente delapidado e ficaremos remetidos ao passado. Um pretérito perfeito que, por uma questão de má gestão, ou simples incapacidade, remete-nos à história. Ou seja, traduz um lamento que nos recorda Lewis Carol quando, em “Alice no país das maravilhas”, diz: “Pobre memória que só anda de marcha atrás”!
Para terminar, e à boleia das nossas legítimas preocupações, aproveito para agradecer à Dr.ª Inês Fialho Brandão, ao Dr. Miguel Horta, à Dr.ª Fátima Lambert e à Dr.ª Joana Sousa Monteiro, tal como aos moderadores convidados, terem acedido a estarem presentes. Como, para agradecer, à Universidade do Porto, e em especial à minha amiga, colega e Directora desta Casa Abel Salazar, Dr.ª Luísa Garcia Fernandes, pela sua organização.
Hoje, é, também, o momento para, na minha qualidade de presidente da Comissão Instaladora da APCM saudar a adesão das casas-museu Guerra Junqueiro, Marta Ortigão e António Carneiro, e recordar a memória de Paulo Cunha e Silva, Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, falecido em Novembro passado, e que desde a primeira hora foi um entusiasta deste processo.

Muito obrigado.

António Canavarro

Casa-Museu Abel Salazar

22 de Abril de 2016

António Canavarro, Vice-Presidente da Fundação Passos Canavarro, foi eleito presidente da Comissão Instaladora da Associação Portuguesa de Casas Museu, sediada em Coimbra, na Casa-Museu Bissaya Barreto.

Fundada a 4 de maio de 2012, a APCM pretende favorecer a cooperação entre as diversas Casas Museu através da promoção do conhecimento mútuo, da troca de informações e da partilha de experiência adquirida; reunir esforços para assegurar mais visibilidade e representação a nível nacional e internacional das Casas Museu nomeadamente perante a Administração Pública, instâncias da  Comunidade Europeia e associações congéneres em todo o mundo, promover por sua iniciativa ou em parceria com o sistema educativo ações de formação de acordo com as necessidades detalhadas, nomeadamente através da dinamização de um Centro de Formação Contínua e de um Centro Politécnico de Formação Profissional.

Continuar...

Pág. 1 de 2

Início
Anterior
1